Coordenação e Supervisão Pedagógica

Em 1911, Frederick Taylor
publica um livro sobre administração de empresas e fabricas. Para ele, o
principal objetivo da administração deve ser assegurar o máximo de prosperidade
ao patrão e ao mesmo tempo o máximo de prosperidade ao empregado, de forma que
os homens possam executar em ritmo mais rápido e eficiente os diferentes tipos
de trabalho.
Ford e Taylor são referências
de como se organizar o tempo e o espaço nas fabricas e nas escolas para que
haja uma maior produtividade.
Segundo Vitor Paro “escola não
é empresa, educadores não são gerentes, conhecimento não é um produto
material”, ou seja, as escolas são diferentes das fábricas, pois enquanto a
escola se preocupa com o ser humano, a formação crítica e histórica do sujeito,
ou seja, sua vida, seu futuro perante a sociedade, as empresas preocupam- se
com objetos.
As empresas visam o lucro
através da dominação do trabalhador. Na
escola não é possível alcançar o objetivo educativo dominando o aluno, pois na
escola o que se deseja produzir não é o lucro e sim ser humanos históricos,
éticos e responsáveis, com criticidade e autonomia de pensamento e engajados em
transformar e melhorar a sociedade em que vivem. Isso coloca a organização
escolar em posição diferente em relação as outras empresas.
O que existe de administrativo
no processo de formação de um sujeito histórico é a capacidade de conviver com
o outro de forma democrática. Dessa forma, o administrador escolar deve
conduzir a escola de forma democrática sempre valorizando e incentivando a participação
efetiva de todos os membros da comunidade escolar.
Referência: D-26- Princípios Gerais de
Administração Escolar: Administração Escolar
Disponível em: https://youtu.be/qBcYm_1c1rg
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